Trata-se de unidade de conservação administrada pelo Instituto de Botânica do Estado de São Paulo (IBESP), órgão cuja missão é o desenvolvimento de pesquisas botânicas visando subsidiar a política ambiental do Estado de São Paulo.
Essa unidade de conservação situa-se no município paulista de Mogi Guaçu e possui 470 hectares de área, a qual é dividida em seis setores, três deles destinados à pesquisa não perturbatória, dois à pesquisa perturbatória e o último às atividades de ensino.
‴A altitude média é 600 metros, com topografia relativamente plana. O clima é mesotérmico, com duas estações bem definidas. Uma seca de inverno, nos meses de abril a setembro, e outra quente de verão, nos meses de outubro a março. A precipitação média anual é 1335 mm. A temperatura média é 20,5 ºC. Em relação à vegetação, é coberta predominantemente por cerrado, com variações do cerradão ao campo, possuindo também matas ciliares. Em suas fisionomias, abriga algumas espécies constantes de listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção como a Aristololochia labiata Willd, Eriotheca pubescens (Mart. & Zucc.) Schott & Endl. e as palmeiras Acanthococos emensis Toledo e Euterpe edulis Mart, entre outras.
Possui uma grande diversidade de fauna, destacando-se a ocorrência da onça-parda (Puma concolor), do tamanduá-bandeira (Mymercophaga tridactyla), do lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), do gavião belo (Busarellus nigricollis) e da perdiz (Rhynchotus rufescens), também constantes de listas oficiais de espécies ameaçadas.‴ (IBESP).
Plano de Manejo: Não foi localizada sua publicação na internet, muito embora conste que a REBIO o possua. Também não foi localizado levantamento da fauna.
A REBIO é uma das três unidade protegidas que formam o denominado Complexo Ecológico de Mogi Guaçu, anteriormente conhecida como Fazenda Campininha. As outras duas são a Estação Experimental de Mogi Guaçu (3.050,41 hectares) e Estação Ecológica de Mogi Guaçu (980,71 hectares).
A Reserva Biológica de Mogi Guaçu foi criada pelo Decreto Estadual nº 12.500, de 07 de janeiro de 1.942.
Não consta que a REBIO possua infra-estrutura para recebimento de visitantes. Além do mais, pelo teor de suas NORMAS DE USO, as visitas devem ser voltadas para a pesquisa científica.
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